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quinta-feira, 21 de maio de 2009

Ponha um tubarão no seu tanque...

Esta é uma estorinha bem bacana publicada pelo MBA Pittsburgh University. vou transcrevê-la na íntegra porque acho irretocável.
Os japoneses sempre adoraram peixe fresco. Porém as águas perto do Japão não produzem muitos peixes há décadas. Assim, para alimentar a sua população, os japoneses aumentaram o tamanho dos navios pesqueiros e começaram a pescar mais longe do que nunca. Quanto mais longe os pescadores iam, mais tempo levava para o peixe chegar. Se a viagem de volta levasse mais do que alguns dias, o peixe já não era mais fresco. E os japoneses não gostaram do gosto destes peixes. Para resolver este problema as empresas de pesca instalaram congeladores em seus barcos. Eles pescavam e congelavam os peixes em alto-mar.
Os congeladores permitiram que os pesqueiros fossem mais longe e ficassem em alto mar por muito mais tempo.
Entretanto, os japoneses conseguiram notar a diferença entre peixe fresco e peixe congelado, e é claro, eles não gostaram do peixe congelado.
Entretanto, o peixe congelado tornou os preços mais baixos. Então as empresas de pesca instalaram tanques de peixe nos navios pesqueiros. Eles podiam pescar e enfiar esses peixes nos tanques, "como sardinhas". Depois de certo tempo, pela falta de espaço, eles paravam de se debater e não se moviam mais. Eles chegavam cansados e abatidos, porém, vivos.Infelizmente, os japoneses ainda podiam notar a diferença do gosto. Por não se mexerem por dias, os peixes perdiam o gosto de frescor. Os japoneses preferiam o gosto de peixe fresco e não o gosto de peixe apático.
Então, como os japoneses resolveram este problema? Como eles conseguiram trazer ao Japão peixes com gosto de puro frescor ? Se você estivesse dando consultoria para a empresa de pesca, o que você recomendaria ? Quando as pessoas atingem seus objetivos tais como, quando encontram um namorado maravilhoso, começam com sucesso numa empresa nova, paga/m todas suas dívidas ou o que quer que seja, elas podem perder as suas paixões.
Elas podem começar a pensar que não precisam mais trabalhar tanto, então relaxam. Elas passam pelo mesmo problema que os ganhadores de loteria que gastam todo seu dinheiro, o mesmo problema de herdeiros que nunca crescem e de donas de casa, entediadas, que ficam dependentes de remédios de tarja preta. Para esses problemas, inclusive no caso dos peixes dos japoneses, a solução é bem simples. L. Ron Hubbard observou no começo dos anos 50. "O homem progride, estranhamente, somente perante um ambiente desafiador".
Quanto mais inteligente, persistente e competitivo você é, mais você gosta de um bom problema. Se seus desafios estão de um tamanho correto e você consegue, passo a passo, conquistar esses desafios, você fica muito feliz. Você pensa em seus desafios e se sente com mais energia. Você fica excitado em tentar novas soluções. Você se diverte. Você fica vivo! Para conservar o gosto de peixe fresco, as empresas de pesca japonesas ainda colocam os peixes dentro de tanques. Mas, eles também adicionam um pequeno tubarão em cada tanque. O tubarão come alguns peixes, mas a maioria dos peixes chega "muito vivo". Os peixes são desafiados.
Portanto, ao invés de evitar desafios, pule dentro deles. Massacre-os. Curta o jogo. Se seus desafios são muito grandes e numerosos, não desista. Se reorganize! Busque mais determinação, mais conhecimento e mais ajuda. Se você alcançou seus objetivos, coloque objetivos maiores. Uma vez que suas necessidades pessoais ou familiares forem atingidas, vá de encontro aos objetivos do seu grupo, da sociedade e até mesmo da humanidade. Crie seu sucesso pessoal e não se acomode nele. Você tem recursos, habilidades e destrezas para fazer diferença. "Então, ponha um tubarão no seu tanque e veja quão longe você realmente pode chegar".
Pittsburgh University - MBA

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

O CASTELO DA DISCÓRDIA

(Foto: RAC) - Agência Estado

Não conheço o Deputado Federal Edmar Moreira, também não conheço seu filho Leonardo Moreira pessoalmente, conheço apenas a fama dos dois através das estórias que chegam de todos os lados, as famosas fofocas, comentários de pé de ouvido. Não faço juízo de valores porque eles tem ou não um castelo.

Por este motivo me sinto á vontade em comentar sobre a cobertura jornalística do castelo da discórdia.

Falar que este assunto é novo é brincadeira! coloco um link de uma reportagem que saiu na veja em 25/08/99 - http://veja.abril.com.br/250899/p_106.html . Mas o motivo deste post não é para condenar nem absolver o Deputado e sim da mudança de humor da imprensa quanto ao assunto. Enquanto a pauta estava na esfera da construção e da riqueza do castelo, a imprensa correu atrás, divulgou como fato novo, fez o espetáculo que estamos acostumados a ver. Quando começou a aparecer denúncias sobre dívidas do deputado com o INSS, dívidas trabalhistas, processos (mais de 3.000), a imprensa se divertiu colocando em dúvida a moral do deputado, a sua postura como empresário, etc, etc. Para este assunto tenho o seguinte pensamento, se está sendo discutido na justiça onde é o fórum correto para este assunto, se deve ou não, é problema do judiciário resolver, se deve vai ter que pagar, se não deve ácabou o problema. A No ponto de vista moral quem deve julgar é a população, se deve reelegê-lo ou não. Agora o que me impressionou foi como esfriou rápido o assunto sobre o cassino montado para atender muitos empresários e políticos influentes ao ponto da globo visitar o castelo e mostrar que ele além de estar inacabado, está mal conservado e vazio.

Não compete a mim também julgar se tinha ou se não tinha cassino, mas o que me chamou a atenção foi a rapidez que este assunto saiu de pauta e como a globo foi blasé colocando em cheque inclusive a credibilidade de uma jornalista que eu e o veríssimo gostamos Muito - Patrícia Poeta (colorada roxa). A reportagem tentou passar a impressão que por estar vazio e "inacabado", nunca foi usado, muito menos para a jogatina. Mas a fofoca que se espalha diz que o jogo corria solto e que nos finais de semana chegava a ter 60 funcionários para atender a demanda de visitantes ilustres. Nunca estive no castelo, nunca gostei de jogar e como sou igual a São Tomé, então também não posso dar ouvidos, mas com a rapidez que morreu o assunto e com o novo direcionamento da imprensa me leva a pensar que esse assunto interessa morrer o mais rápido possível e que tem muita carne debaixo deste angú, ou talvez muito tubarão debaixo deste vatapá. AH! Se as paredes do castelo falassem!