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quinta-feira, 7 de agosto de 2014

ELEIÇÕES GOVERNO DE MINAS: OS CANDIDATOS ENTRARAM COM O TERCEIRO UNIFORME



A campanha para o Governo de Minas Gerais começou e a primeira sensação é que os candidatos Pimenta e Pimentel entraram com os uniformes trocados ou no mínimo com um terceiro uniforme. Como se não bastasse os nomes parecidos, os candidatos resolveram utilizar em suas campanhas cores que se afastam do seu partido e se aproximam do partido do seu adversário.
Coincidência ou não,  Pimenta da Veiga utiliza o vermelho historicamente utilizado pelo  PT e o Pimentel o Azul cor principal do PSDB.


 Seria como se o Galo entrasse com o uniforme listrado azul e branco , calções e meias azuis e o Cruzeiro com sua camisa toda preta, calções e meias brancos.
Se o objetivo era confundir a cabeça do eleitor, os candidatos estão de parabéns! Agora correm um sério risco da população entender que são farinha do mesmo saco!

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

NOVA CAMPANHA PARA O SERVAS DO GOVERNO DE MINAS GERAIS

Achei este filme muito bacana e tocante. Já algum tempo não temos uma campanha governamental que consegue tocar os corações das pessoas.
Vejam o filme.

aqui o texto na íntegra:
Letra "Couro de Boi".
"Couro de Boi"

Existe um velho ditado
Que é do tempo do sagáio
Diz que um pai cuida de dez filhos
Mas dez filhos num cuida de um pai

Sentindo o peso dos anos
Sem poder mais trabalhar
O velho peão estradeiro
Com seu filho foi morar

O rapaz era casado
E a mulher deu pra implicar
"Ocê manda o véio embora
Se num quiser que eu vá"

E o rapaz, coração duro,
Com seu pai foi conversar:
"Para o senhor se mudar
Meu pai eu vim lhe pedir
E hoje aqui da minha casa
O senhor vai ter que sair,
Leva este couro de boi
Que eu acabei de curtir
Para lhe servir de coberta
Aonde o senhor for dormir"

O pobre velho calado
Pegou o couro e partiu
Seu neto de oito anos
Que àquela cena assistiu
Correu atrás do avô
E seu paletó sacudiu
Metade daquele couro
Chorando ele pediu

O velhinho comovido
Para não ver o neto chorando
Partiu o couro no meio
E pro menino foi dando

O menino chegou em casa
Seu pai foi lhe peguntando
Pra quê ocê quer este couro,
Que seu avô ia levando?

Disse o menino ao pai:
"Um dia eu vou me casar
O senhor vai ficar velho
E comigo vai querer morar
Pode ser que aconteça
De nóis não se combinar
E esta metade do couro
Vou dar para o senhorlevar"