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quarta-feira, 13 de maio de 2009

Estorinha de valorização do trabalho árduo


Havia um rapaz no interior do Ceará que sonhava em ter seu rancho mas faltava dinheiro para comprar seu pedacinho de terra e concretizar seu sonho. Este Rapaz, jovem, ávido para trabalhar, despertou a atenção do padre da comunidade que através da sua influência conseguiu uma doação de um pedaço de terra lá nos "cafundó". Uma terra árida, de cor amarelada, machucada pela seca, puro pó. O rapaz Não se intimidou, pegou na terra de sol a sol, trabalhava dos primeiros raios de sol da manhã até o último fio de luz antes do cair da noite. Essa foi a rotina meses a fio. O rapaz buscava água no açude barrento a mais de 10 km da sua terra e aos poucos conseguiu arar a terra, com a pequena produção ele conseguiu erguer sua casinha, cercou a propriedade, conseguiu furar um poço artesiano profundo e aí a propriedade deslanchou, O rapaz reflorestou toda a área, começou a criar umas vaquinhas, umas galinhas. E a primeira folga de dinheiro, o rapaz não pensou duas vezes era hora de agradecer por tudo, como religioso que era construiu uma capelinha e chamou o padre para dar a benção em sua propriedade que agora dava gosto de ver de tão verdinha que estava. Um oasis no meio daquela caatinga e terra castigada. No dia da inauguração, quando o padre chegou e viu aquela maravilha toda construida em pouco mais de dois anos exclamou alto olhado para os céus: GRAÇAS A DEUS!!!
O rapaz humildemente, diante da exaltação grandiosa do padre disse: Padre, me desculpa mas tenho que corrigir esta afirmação. Com todo o respeito a Deus e ao senhor, mas eu diria Graças a Mim! o senhor precisava ver como estava isso aqui quando Deus estava sozinho!
PS.: Não quero entrar no mérito religioso e tenho para mim que é importante para nossas vidas acreditar em algo maior, mas não podemos ficar esperando que as coisas caiam do céu, temos que agarrar qualquer ajuda, mesmo que esta ajuda pareça pouca ou até que pareça mais um problema do que uma ajuda. Mas a oportunidade aparece temos que aprender a identificá-la e temos que agarrar com todas as forças, trabalhar com afinco que o resultado positivo aparece.
A foto é meramente ilustrativa.

terça-feira, 7 de abril de 2009

Estorinha sobre ética : Uma pescaria inesquecível

Esta estorinha é conhecida, mas é sempre bom relembrá-la. A construção de valores éticos começa desde a primeira infância.
Ele tinha 11 anos e, cada oportunidade que surgia, ia pescar no cais próximo ao chalé da família, numa ilha perto de um lago.
A temporada de pesca só estaria aberta para algumas espécies de peixes no dia seguinte, mas pai e filho sairam para pescar no fim de tarde espécies de peixes liberadas.
O menino feliz, começou a praticar os arremessos provocando ondulações no espelho dágua. A noite ia caindo e o pai olhava admirado a habilidade do filho com as linhas de pesca, foi quando a vara do filho envergou, o filho sabia que havia pego algo enorme, um peixe imenso.
O pai observava o desempenho do filho lutando bravamente com aquela especie até o momento que conseguiu tirá-lo exausto da água. O garoto e o pai olharam para o peixe, era o maior peixe que já tinham visto, porém era de uma espécie em que sua pesca só era permitida na temporada.
O pai calmamente olhou o relógio e eram 22 horas, faltavam duas horas para a abertura da temporada: Sem dúvida nenhuma o pai disse ao filho: - você tem que devolvê-lo filho! - Vai aparecer outro quando for permitido sua pesca! - Mas papai reclamou o menino! Não vai aparecer outro deste tamanho, choramingou o menino!
O garoto olhou a volta do lago. Estavam sozinhos! Voltou a olhar para o pai. Mesmo sem ninguém perto, ele sabia que a decisão era inegociável. Devagar, tirou o anzol e devolveu a água escura, o peixe mergulhou e sumiu.
Realmente nunca mais ele pescou algo parecido , porém sempre vê o mesmo peixe repetidamente todas as vezes que se depara com uma questão ética. Porque a ética é simplesmente uma questão de certo ou errado.
Agir corretamente quando se está sendo observado, é uma coisa. A ética está em agir corretamente quando ninguém está nos vendo.
Este é o verdadeiro exercício diário.

terça-feira, 17 de março de 2009

ESTORINHA DO NÓ GORDIO

Esta estorinha recebi por e mail de uma amiga, Maria Lúcia. Achei muito pertinente para os dias atuais. Reproduzo a estorinha na integra como recebi:
"Você já ouviu falar do nó górdio?
É uma lenda do século VIII a.C. cuja mensagem é mais atual do que nunca.
Vou copiar livremente a história aqui a partir da Wikipedia:

Dizia a lenda que o rei da Frígia morreu sem deixar herdeiro e que, ao ser consultado, o Oráculo anunciou que o próximo rei chegaria à cidade num carro de bois. A profecia foi cumprida por um caponês, de nome Górdio, que foi coroado. Para não esquecer de seu passado humilde ele colocou a carroça, com a qual ganhou a coroa, no templo de Zeus, e a amarrou com um nó a uma coluna, nó este impossível de desatar.
Górdio reinou por muito tempo, e quando morreu, seu filho Midas assumiu o trono. Midas expandiu o império, porém morreu sem deixar herdeiros. O Oráculo foi ouvido novamente e declarou que quem desatasse o nó de Górdio dominaria toda a Ásia Menor.
Quinhentos anos se passaram sem ninguém conseguir desatar o nó, até que Alexandre, o Grande, ao passar pela Frígia ouviu a lenda e, intrigado com a questão, foi até o templo de Zeus observar o feito de Górdio. Após muito analisar, desembainhou sua espada e cortou o nó. Lenda ou não o fato é que Alexandre se tornou senhor de toda a Ásia Menor poucos anos depois.
Alexandre, o Grande, resolveu de forma simples, concisa e eficaz um problema que já perdurava por quinhentos anos. Simplesmente observando a questão por outro prisma. Agora pense: quantos nós górdios você possui na sua empresa? Não está na hora de cortá-los? "
PS.: realmente se olharmos por este prisma, muitas vezes deixamos de fazer o que é preciso fazer, da forma mais rápida e mais eficaz.

sexta-feira, 13 de março de 2009

Estorinha de economia

Numa cidadezinha bem conhecida do interior de Minas, dois amigos se preparavam para assistir um jogo importante do campeonato de futebol Brasileiro entre Botafogo RJ x São Paulo. Os dois torcedores fervorosos, um mineiro botafoguense “roxo” o outro um paulista São Paulino de nascença. Como dizem por aí, amigos, amigos, futebol á parte e com os dois não era diferente. As discussões antes do inicio da bola rolar estavam acalouradas quando num súbito momento de lucidez perceberam que faltava petiscos e bebidas para assistir o confronto. Faltavam 05 minutos para começar a partida, tempo suficiente para dar uma descidinha a padaria. Na padaria, o São Paulino pegou seu refrigerante gelado, queijo e presunto partido em cubinhos, salaminho e azeitonas, alguns salgadinhos tudo para assistir ao jogo com conforto, o Botafoguense indignado começou a conferir os preços e disse: você está doido paulista, ta rasgando dinheiro? Deixa de ser trouxa, esta padaria está cara demais, no supermercado a duas quadras daqui, só no refrigerante eu economizo um real, não vou comprar nada aqui. O paulista retrucou na hora: é o preço da comodidade meu amigo, se não quiser, vai sozinho ao supermercado, comprar seus quitutes. E lá foi o botafoguense indignado para o supermercado com a idéia fixa de provar para o paulista o quanto ele era trouxa por pagar mais caro.
Quase duas horas depois, chega o botafoguense todo suado com seu refrigerante quente, dois nacos inteiros de presunto e queijo, um rolo de salame paracortar, azeitonas a granel,mas chega feliz e sem perder tempo, faz a pergunta básica: paulista, quanto você gastou nas suas compras? O paulista sem se levantar da poltrona confortável e sem desgrudar os olhos da TV disse R$ 48,00. O botafoguense triunfante grita eu gastei 40,00. Economizei R$ 8,00 reais. Neste momento ele escuta da cozinha: - E apita o Juiz, o São Paulo vence e dá um banho no botafogo. O paulista vai até a cozinha e diz: - Parabéns pela economia, você tinha razão eu sou um trouxa. Com um sorriso aberto nos lábios, o são paulino saiu para comemorar.
PS.: este relato é ficção – poderia ser no lugar do Botafoguense um Flamenguista, um Vascaíno ou até um Tricolor, poderia ao invés do São Paulino ser um Palmeirense, um Santista ou um Corintiano. Neste “causo” só se mantém a localidade e a naturalidade dos dois amigos.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Estorinha sobre promoção a Gerente

Certo dia um funcionário que trabalhava a mais de cinco anos numa empresa de prestação de serviços entrou na sala do diretor para questionar a escolha do novo gerente da sua área. Estava visivelmente decepcionado e aborrecido porque ele tinha a vaga como certa e não entendia porque o diretor havia indicado outro funcionário com menos de um ano de casa. Ele começou o papo assim:
Sr. trabalho aqui a mais de cinco anos, me dedico diariamente, nunca faltei ao trabalho, sou cumpridor das minhas obrigações, chego sempre antes do horário, saio sempre por último, só faço horas extras o quanto for necessário, eu não entendo porque não fui o escolhido para assumir a gerência do meu departamento e pior, está assumindo uma pessoa que ainda não tem um ano de casa, por isso venho aqui para que eu receba uma explicação convincente. O diretor, muito solícito olhou para o subordinado e disse: - antes das explicações preciso de um favor seu, vá até a quitanda da esquina e compre para mim 10 kg de abacaxi para o café da tarde dos funcionários. Sem entender nada o rapaz foi a quitanda e meia hora mais tarde chega com a notícia: - Chefe, esta semana a quitanda está sem abacaxi para vender. o chefe agradeceu e pediu para chamar o novo gerente a sua sala, pediu para o funcionário inconformado esperar mais um pouquinho e quando o novo gerente chegou o chefe fez o mesmo pedido que havia feito anteriormente ao funcionário.
Bom, 15 minutos depois o novo gerente volta a sala do chefe dizendo: Chefe, esta semana não tem abacaxi na quitanda mas acabou de chegar um carregamento de melancias que estão madurinhas o preço do quilo é inclusive mais barato que o abacaxi, mesmo assim insisti com o quitandeiro para tentar arrumar os abacaxis, ele me disse que se pudesse me entregar até as cinco horas da tarde ele conseguiria os 10 kg de abacaxi, na dúvida, deixei reservado os 10kg de melancia e pedi que ele arrumasse os 10 kg de abacaxi, e deixei acertado que caso o abacaxi não chegue á tempo ele entregará a melancia para nós. Ah! já estava me esquecendo, ele disponibilizará para um de seus funcionários para cortar as frutas sem custo nenhum. Com esta resposta o chefe afgradece ao novo gerente, olha para o funcionário que se achava injustiçado e pergunta: O que é mesmo que você veio me pedir? o Rapaz constrangido saiu de fininho e voltou resignado a rotina do seu trabalho.

Moral da estorinha - As pessoas querem ser promovidas, querem ganhar mais mas não fazem a diferença para merecer a promoção para merecer o aumento! Fazer o arroz com feijão não alimenta a necessidade de crescimento e de busca do sucesso da empresa! O funcionário tem que ter fome de vitória, tem que fazer o algo mais, tem que fazer a diferença! o Resto é estorinha de funcionário inconformado.

domingo, 8 de fevereiro de 2009

estorinha: Qual é a solução real do problema?

Quando o homem foi a lua pela primeira vez, a NASA descobriu que as canetas terráquias não funcionavam no espaço com a gravidade zero. Iniciou-se então um projeto para a criação da caneta espacial. 10 anos mais tarde e com investimentos na ordem de 12 milhões de dólares estava resolvido o problema, criada a caneta espacial que podia ser utilizada em qualquer posição, no quente ou no frio, um sucesso. A curiosidade ficava por conta de saber como os Russos faziam para sanar este problema em suas experiências espaciais. Os russos, com menos orçamento para desenvolver seu projeto espacial, optaram por utilizar o lápis.
O mais importante é pensar sempre na solução do problema real.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Ouvir todos colaboradores! Segredo do Sucesso para qualquer empresa!


Vou contar uma estorinha empresarial verídica que aconteceu aqui no Brasil em uma fábrica multinacional de higiene e limpeza a alguns anos. Não sei precisar exatamente quando foi mas seguramente antes da implantação do código de defesa do consumidor.

Esta fábrica estava passando um problema em sua produção, específicamente no setor de embalagem. Eventualmente acontecia uma falha neste setor, a embalagem vazia de pasta de dente, as vezes não recebia o tubo com o produto. Esta caixa vazia era embalada e distribuida para o mercado, invarialvemente causando descontentamento junto aos clientes que compravam uma pasta de dente e levavam para casa só a caixa. Pensando nisto, dois engenheiros trabalharam durante três meses para desenvolver um equipamento que funcionasse acoplado a esteira por onde passavam as caixas finalizadas com o produto. Após três meses de estudo e um investimento de 08 milhões de reais foi criado um braço mecanico com uma balança de precisão acoplada a esteira por onde passava o produto unitário final antes de serem embalados nas caixas de transporte. Quando um produto com peso inferior passava pela balança, o braço mecânico era acionado e retirava imediatamente a embalagem sem produto. Os funcionários foram treinados para utilizar este equipamento complexo e ultrasensível. Três meses depois os engenheiros fizeram uma medição para ver os resultados, sucesso absoluto, nenhum produto havia passado vazio, não havia reclamações, uma maravilha. Então a diretoria desceu para cumprimentar os funcionários que operavam o monstrengo tecnológico. Uma Surpresa Geral! a tal máquina estava desligada a dois meses! O Diretor Presidente Indaga: - Mas como? o problema desapareceu com a máquina desligada! Impossível!

Neste momento o funcionário responsável se apresentou e assumiu a culta dizendo: - Presidente, a culpa é minha, a operação desta nova máquina é muito complicada para aquilo que ela faz, tirar caixinhas vazias misturadas as caixinhas completas, resolvemos fazer uma vaquinha de 80,00 por nossa conta, comprar um ventilador e colocá-lo voltado para a esteira. assim quando uma caixinha vazia passa, o vento produzido pelo ventilador empurra a embalagem sem o tubo de pasta de dente para fora da esteira ficando na esteira apenas os produtos corretos!
Silencio total na alta diretoria! Eles não sabiam se ficavam felizes com a solução singela do problema ou P. da vida por não terem ouvido seus colaboradores antes de qualquer ação ser implementada.

PS.:Se tivesse ouvido primeiro os colaboradores que estão diretamente ligados ao processo produtivo essa indústria economizaria de cara R$ 7.999.920,00 - Um troco respeitável - Como diria o pessoal do Zorratotal - CHAPA ESSA MANGA!
estoria bancaninha né!

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

COMO NASCE UM PARADIGMA

Um grupo de cientistas colocou cinco macacos numa jaula, no centro da jaula puseram uma escada e, sobre ela, um cacho de bananas. Quando um macaco subia a escada para apanhar as bananas, os cientistas lançavam um jato de água fria nos que estavam no chão. Depois de certo tempo, quando um macaco ia tentar subir a escada, os outros o agrediam, enchiam de pancada. Passado mais algum tempo, nenhum macaco subia mais a escada, apesar da tentação das bananas. Então, os cientistas substituíram um dos cinco macacos. A primeira coisa que este novo macaco fez foi subir a escada, rapidamente foi retirado pelos outros, que lhe bateram. Depois de alguma surras, o novo integrante do grupo não subia mais a escada. Um segundo foi substituído, e o mesmo ocorreu, tendo o primeiro substituto participado, com entusiasmo, na surra ao novato. Um terceiro foi trocado, e repetiu-se o fato. Um quarto e, finalmente, o último dos veteranos foi substituído. Os cientistas ficaram, então, com um grupo de cinco macacos que, mesmo nunca tendo tomado um banho frio, continuavam a bater naquele que tentasse chegar às bananas. Se fosse possível perguntar a algum deles porque batiam em quem tentasse subir a escada, com certeza a resposta seria: Não sei, as coisas sempre foram assim por aqui..."
PS.: Quantas coisas fazemos diariamente sem pensar somente pelo fato de que tem que ser feito, sem questionamentos e sem reflexões! Para Pensar!


quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

estorinha sobre dinheiro novo

Em uma cidade do interior do Brasil acontecia uma situação bastante interessante, as empresas tinham dívidas entre elas que não se resolviam, todos deviam na cidade. O hotel devia 50,00 para a padaria que fornecia o café da manhã, a padaria, por sua vez, devia o posto de gasolina 50,00 onde sua caminhonete de entrega era abastecida. O posto de gasolina tinha uma pendência com uma contrutora no valor de 50,00 pela ampliação de sua pista de abastecimento e a contrutora devia o hotel as hospedagens de engenheiros da matriz que vieram realizar o trabalho no posto. Todo mundo devia todo mundo.
Certo dia, um grupo de viajantes que precisava fazer um trabalho na cidade chegou ao hotel e fecharam um acordo com o proprietário. Eles iriam trabalhar a cidade e deixariam um sinal de 50,00 pelas diárias de todos, se eles conseguissem cumprir o cronograma traçado, não precisariam dormir na cidade e o hotel devolveria o sinal, em caso de não conseguirem cumprir o cronograma, todos se hospedariam no estabelecimento. acordo feito, os viajantes foram a luta.
O dono do hotel certo da hospedagem do grupo pegou o dinheiro do sinal e quitou sua dívida com a padaria, a padaria aproveitou a entrada inesperada do dinheiro e quitou sua dívida com o posto de gasolina, o posto aproveitou e zerou sua pendência com a construtora e por fim a construtora acertou a pendência de 50,00 com o hotel.
No fim do dia, os viajantes voltaram ao hotel e avisaram ao proprietário que tinham conseguido cumprir á risca o cronograma, o dono do hotel, como combinado, devolveu o dinheiro do sinal aos viajantes que partiram para a batalha em outra cidade.
O dinheiro circulou e destravou a economia local.
estorinha simplezinha mas bonitinha!