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sábado, 3 de outubro de 2009

BLOG DA PROPAGANDA SUL MINEIRA! BELA INICIATIVA!


Vale a pena conferir o blog coordenado pelo competente Alexandre Prado da Realize Propaganda Varginha. Essa é uma iniciativa inteligente para consolidação de mercado. Sem a troca de experiências, discussão das dificuldades, não se consegue melhorias, nem amadurecimento e nem profissionalização do mercado.

quarta-feira, 1 de julho de 2009

DPZ - 40 ANOS -A PROPAGANDA E OS PRINCIPAIS NOMES DO MERCADO PASSARAM POR LÁ


A DPZ é uma das agencias mais respeitadas do mundo.Pela Criatividade,pela competência e por ser formadora dos principais profissionais do mercado brasileiro. vale a pena conferir!

domingo, 24 de maio de 2009

No mix de marketing só produto ruim não tem solução!

O marketing é estratégico em qualquer empresa que atua no mercado e está presente em toda a cadeia da empresa.O velho e bom 4P's do Marketing (price, place,product,promotion) que no português - Preço, Praça(distribuição), produto e promoção reflete isso com propriedade.Para todos os problemas que a empresa passa neste processo só não tem solução quando o problema está no produto, especificamente se o produto é ruim.O marketing consegue corrigir imperfeições no percurso que a empresa está seguindo. Agora para produto ruim só a criação e desenvolvimentode outro produto.A marca Dafra Motos lançou este ano um comercial com o Wagner Mourada que rodou intensamente no Brasil inteiro. A comunicação atingiu seu objetivo vendeu muito produto. Acontece que todo o produto consumido gera uma experiência positivo ou negativano no seu consumidor essa experiência é que determina a construção da marca, ou melho do relacionamento com a marca.Estamos na era da web 2.0 eo que era apenas uma via de mão única - comunicação goela a baixo do consumidor sem direito de resposta, passa por uma via de mão dupla onde o consumidor coloca todo o seu sentimento positivo ou negativo em relação ao produto consumido.Bem, isso aconteceu com a Dafra, abaixo um comercial produzido por "consumidores que tiveram uma experiência negativa com a marca".
PS1.:a última parte do texto está entre aspas porque ninguém é ingênuo a ponto de acreditar que isso foi motivado 100% expontâneo. Não cabe a mim dizer se a marca Dafra coloca no mercado bons ou maus produtos, mas com certeza deve estar incomodando o share de muitas marcas tradicionais. Lembra-se da BScolways Pneus?
PS2.: O texto deste vídeo abaixo é impróprio para menores de 18 anos.

quarta-feira, 29 de abril de 2009

A marca deve ter sintonia com o produto oferecido.

Existem tipos de comércio que no meu modesto entendimento , o nome do estabelecimento deve espelhar o produto oferecido. Nesta foto abaixo, pode até ser que o dono tenha o nome próprio de José Gavião, pode ser apelido, mas sinceramente não acredito que este nome para salão de beleza possa chamar a atenção das possiveis novas clientes. Pode até não atrapalhar, mas atrair acho bem complicado:

Zé gavião, faz cabelo, manicure e depilação! Venha provar e comprovar!


PS.: De repente o negocio dele é outro e o erro de avaliação foi meu! neste caso o nome está perfeito!

sábado, 28 de março de 2009

O dilema da Telefonia Celular

Tenho acompanhado de longe toda a discussão das antenas de celulares que emitem radiação não ionizada e que podem causar cancêr. È um tema polêmico e sem previsão de término.
Mas é importante ressaltar alguns números: Hoje no mundo são mais de 4 bilhões de assinaturas de celular, no Brasil já somos 158 milhões de usuários. Imagina se descobrem que as antenas base de celulares emitem radiação nociva a saúde? O que fazer? Acabar com a telefonia celular no mundo ou adaptar a rede existente dentro dos novos padrões estabelecidos? Para mim, sem dúvida nenhuma a telefonia celular é irreversível na evolução humana. Caso descubram que o modelo atual causa problemas á saude, moderniza-sae o modelo.
Mesmo que a exploração seja realizada por empresas particulares que visam o lucro, a telefonia celular é uma prestação de serviço em prol do benefício da comunidade. Nesta ótica, as empresas de celulares e o poder público tem que posicionar suas antenas de maneira que o serviço prestado seja o melhor possível e que forneça a segurança necessária aos vizinhos da antena. Penso que quando o poder publico define que é necessário a construção de uma estrada, indeniza-se o indivíduo em prol da coletividade. No caso da telefonia deveria ser assim, se a colocação da antena em determinado lugar é em benefício da coletividade, que se indenize o indivíduo. Ou seja, se uma antena tenha que ficar 10 ou 15 metros de distância como margem de segurança para a vizinhança, que tenha e que indenize os possíveis individuos prejudicados. Em caso de nova regulamentação que passe esta distancia para 20 ou 30 metros as operadoras devem se adequar. O que não pode acontecer é a utilização política deste tema proibindo a instalação da antena neste ou naquele bairro, neste ou naquele lugar pura e simplesmente pela indisposição de alguns, prejudicando o coletivo. Se observarmos bem o que é a telefonia celular hoje?´ è uma grande colcha de retalhos onde os sinais dos telefones pegam bem e pegam mal em função destas indisposições, individualismos e destes políticos oportunistas.

sexta-feira, 13 de março de 2009

QUAL A DIFERENÇA ENTRE O MERCADO DE IMÓVEIS DE SÃO PAULO E O MERCADO DE IMÓVEIS DE JUIZ DE FORA?


Li recentemente que a Abyara, a maior incorporadora do País com um bilhão de reais em lançamentos só em 2008 está pensando em desistir do empreendimento Play lançado ano passado em Juiz de Fora, até pouco tempo sensação do mercado local. Detalhe, com 50% dos imóveis vendidos. Desconfio que muito mais do que a crise, redução de custos e investimentos, a diretoria da Abyara está avaliando o custo X benefício deste lançamento para o mercado de Juiz de Fora. O aborrecimento que ela está passando com seus novos clientes que compraram apartamentos de dois e três quartos de médio padrão, mas que exigem da incorporadora qualidade de apartamentos de luxo de 04 quartos, duplex, triplex e querem pagar preço de kitinete de bairro da zona norte. Exigir qualidade é um direito, mas não querer pagar pela qualidade exigida é que pega.
Se é verdade ou mentira não sei, mas a velha máxima "de onde há fumaça, há fogo" prevalece. Dizem as más línguas em conversas paralelas que a pessoas da empresa dizem pelos corredores que é muito aborrecimento para pouco dinheiro é preferível devolver tudo e parar o projeto porque é muito custo para pouco benefício. Conhecendo o mercado de Juiz de Fora como conhecemos, não dá para tirar a razão da Abyara que está acostumada a planejar, lançar, comercializar construir e entregar por atacado.A única defesa que vejo para este comportamento anômalo de consumo na cidade são as recentes desilusões com o mercado de imóveis – Leia-se ENCOL. Em contraponto, São Paulo, o que se constrói é vendido seja de 01, 02, 03, 04, 05, 06 dormitórios, em qualquer área, em qualquer região, é só lançar e contabilizar.
QUAL A DIFERENÇA ENTRE O MERCADO DE IMÓVEIS DE SÃO PAULO E O MERCADO DE IMÓVEIS DE JUIZ DE FORA? A Mentalidade.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Ouvir todos colaboradores! Segredo do Sucesso para qualquer empresa!


Vou contar uma estorinha empresarial verídica que aconteceu aqui no Brasil em uma fábrica multinacional de higiene e limpeza a alguns anos. Não sei precisar exatamente quando foi mas seguramente antes da implantação do código de defesa do consumidor.

Esta fábrica estava passando um problema em sua produção, específicamente no setor de embalagem. Eventualmente acontecia uma falha neste setor, a embalagem vazia de pasta de dente, as vezes não recebia o tubo com o produto. Esta caixa vazia era embalada e distribuida para o mercado, invarialvemente causando descontentamento junto aos clientes que compravam uma pasta de dente e levavam para casa só a caixa. Pensando nisto, dois engenheiros trabalharam durante três meses para desenvolver um equipamento que funcionasse acoplado a esteira por onde passavam as caixas finalizadas com o produto. Após três meses de estudo e um investimento de 08 milhões de reais foi criado um braço mecanico com uma balança de precisão acoplada a esteira por onde passava o produto unitário final antes de serem embalados nas caixas de transporte. Quando um produto com peso inferior passava pela balança, o braço mecânico era acionado e retirava imediatamente a embalagem sem produto. Os funcionários foram treinados para utilizar este equipamento complexo e ultrasensível. Três meses depois os engenheiros fizeram uma medição para ver os resultados, sucesso absoluto, nenhum produto havia passado vazio, não havia reclamações, uma maravilha. Então a diretoria desceu para cumprimentar os funcionários que operavam o monstrengo tecnológico. Uma Surpresa Geral! a tal máquina estava desligada a dois meses! O Diretor Presidente Indaga: - Mas como? o problema desapareceu com a máquina desligada! Impossível!

Neste momento o funcionário responsável se apresentou e assumiu a culta dizendo: - Presidente, a culpa é minha, a operação desta nova máquina é muito complicada para aquilo que ela faz, tirar caixinhas vazias misturadas as caixinhas completas, resolvemos fazer uma vaquinha de 80,00 por nossa conta, comprar um ventilador e colocá-lo voltado para a esteira. assim quando uma caixinha vazia passa, o vento produzido pelo ventilador empurra a embalagem sem o tubo de pasta de dente para fora da esteira ficando na esteira apenas os produtos corretos!
Silencio total na alta diretoria! Eles não sabiam se ficavam felizes com a solução singela do problema ou P. da vida por não terem ouvido seus colaboradores antes de qualquer ação ser implementada.

PS.:Se tivesse ouvido primeiro os colaboradores que estão diretamente ligados ao processo produtivo essa indústria economizaria de cara R$ 7.999.920,00 - Um troco respeitável - Como diria o pessoal do Zorratotal - CHAPA ESSA MANGA!
estoria bancaninha né!

domingo, 18 de janeiro de 2009

estorinha sobre conhecimento

Certa vez uma grande empresário, dono de um conglomerado de empresas que utilizava as melhores e mais avançadas tecnologias de gerenciamento, lider do seu segmento de mercado, estava disputando um contrato multimilionário, pelo andar da carruagem, o contrato estava no papo. Estava tudo correndo bem, até que a sua central de dados de última geração de um "pau" e parou de funcionar, tudo travado, nem agenda de telefones funcionava, um caos. A equipe de manutenção da empresa foi imediatamente chamada, todo o staff debruçado no problema e nada, não se achava o defeito. O mega empresário preocupado com seu contrato multimilionário e com a possibilidade de perdê-lo por não conseguir apresentar a proposta técnica mandou chamar o maior especialista naquele tipo de equipamento ,não importava o preço.
Bom, em três horas angustiantes todo o staff da empresa ficou por conta de encontrar o tal especialista. Em fim, o "cara" foi achado. Mais três horas á espera pela chegada do salvador da pátria e pronto, o homem estava lá, calça jeans surrada, barba por fazer, camisa de malha branca, uma maleta 007. Cumprimentou a todos com simpatia e foi logo ao que interessava perguntando:
- onde está o equipamento com problema?
- O presidente da companhia, pessoalmente, respondeu:
- Venha comigo, eu mesmo encaminho você até o "cerebro" de nossa empresa.
Bom, o rapaz chegou, analisou o aparelho por no máximo 05 minutos, tirou de sua maleta uma chave de fenda, um alicate especial e um parafuso. mais 03 minutos se passaram, tempo suficiente para o profissional pegar um alicate, tirar da máquina o que parecia um parafuso quebrado, substituí-lo por outro novinho em folha e "BINGO", tudo voltou a funcionar.
O empresário, em um raro acesso de euforia, não se continha de tanta felicidade, agradeceu e fez a grande pergunta:
- Muito obrigado, você não sabe o quanto isso foi importante para mim e para a minha empresa. Vamos ao que interessa, qual será o valor deste serviço?
O rapaz, sem ficar vermelho disse, com uma tranquilidade franciscana:
- Um milhão de reais. Na segunda peço para meu financeiro emitir a nota.
O que era felicidade para o empresário tornou-se uma raiva súbita e uma sensação de estar sendo roubado por uma aproveitador e sem pensar disse:
Um milhão por um parafuso? Você só pode estar brincando? Exijo que me envie na segunda a nota com a discriminação do serviço detalhada, sem isso não faço o pagamento.
Na segunda como prometido chega a nota na mesa do empresário com a seguinte descrição:

Parafuso - R$ 0,50 (cinquenta centavos)
Saber qual parafuso substituir - R$ 999.999,50 (novecentos e noventa e nove mil, novecentos e noventa e nove reais e cinquenta centavos)

Sem argumento, o empresário resignado mandou o financeiro fazer o cheque!