A LODUCCA.MPM criou uma campanha inédita para oPeugeot 207 Quicksilver. O carro para surfistas. A Agência resolveu fazer um anuncio na revista Fluir - ponto de encontro dos surfistas Brasileiros. Até aí normal. Ela inovou no anuncio impresso interativo e útil. Todo mundo sabe que surfista não fica sem parafina, então a agência desenvolveu um anuncio impresso numa folha de parafina encartada na revista de maneira que o leitor pudesse arrancar a folha depois de ler o anuncio e utilizá-la na sua prancha de surf. Veja no vídeo a ação. O grande desafio foi imprimir na folha de parafina que é altamente sensível ao calor.
Show de bola!
Este blog é um espaço aberto para compartilhar e expor minhas idéias sobre todos os assuntos que tenho interesse. futebol com o tema central o internacional campeão de tudo, política, propaganda, tv, em fim qualquer assunto para uma boa conversa.
sábado, 24 de abril de 2010
PEUGEOT UM CARRO FEITO PARA SURFISTA
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quinta-feira, 22 de abril de 2010
MACHADO SOBRINHO VESTIBULAR 1° SEMESTRE
Esse filme foi produzido no final do ano em parceria com a Mostarda Propaganda ficou muito Bacana! ele está inscrito no prêmio Tubal Siqueira.
sábado, 17 de abril de 2010
10 dicas para gerar grandes ideias
Achei bem bacana esse artigo que li no blog http://www.chmkt.com.br/.
Reproduzo aqui na íntegra.
"A ex-diretora de planejamento da JWT London e da Chiat Day New York, a Merry Baskin – atualmente na Baskin Shark, da qual é fundadora – tem um texto muito interessante no site do The Account Planning Group do Reino Unido com dicas excelentes para conduzir reuniões de Brainstorming.
Segundo ela, 9 em cada 10 pessoas nas empresas concordam que inovação e criatividade são vitais para o crescimento, mas o problema é que 9 em cada 10 pessoas que admitem isso não sabem como colocar esses conceitos em prática. Uma maneira fácil de fazer isso – muito utilizada nas agências – é a “tempestade de idéias”.
No entanto, as reuniões de Brainstorming devem ser mais desejadas e acessíveis no dia-a-dia dos escritórios. A grande ironia, diz ela, é que não basta chamar algumas pessoas para uma sala com um flipchart e começar a dizer o que quiser – se você quiser um output bom, é claro.
De acordo com Baskin, as sessões de Brainstorming precisam ser facilitadas, com a criação de um ambiente que conduz ao pensamento criativo, à tomada de risco, à experimentação e que deixe a mente correr solta. Para isso, ela dá algumas dicas excelentes.
1 – Prepare-se: Mesmo que seja um encontro de 1 hora durante o horário de almoço. O tempo gasto de antemão será recompensado pelo rumo que a reunião tomará.
Portanto, pense nos seguintes pontos.
2 – Defina o problema com cuidado, clareza e objetividade. Assegure-se de que tem o problema “certo”. Nunca use o Brainstorming para estabelecer uma disputa. Se possível, encontre um “dono” do problema, deixando você com a função de facilitar o direcionamento à solução.
3 – Pense muito bem na seleção das pessoas. Evite pessoas que não ajudem, que sejam céticas, hierárquicas e tipos que podem acabar com o bom humor do encontro.
4 – Tenha uma “programação”. Não se esqueça de incluir intervalos, que são cruciais, pois tornam as sessões mais estimulantes e ditam a mudança. Uma ideia é mandar o pessoal para uma breve caminhada, de preferência na rua, e dar uma tarefa totalmente desvinculada do escopo – com isso eles levarão seus cérebros para dar uma volta também. Geralmente, quando você para de pensar em algo, é quando a ideia aparece.
5 – Pense nos acompanhamentos. Alguns tipos de comida como espinafre e nozes, ricos em Omega 3, ajudam na memória e concentração. Cafeína e álcool antes ou depois podem deixar a sessão horrível.
6 – Escreva uma caixa de ideias. Há diversas técnicas e jogos que você pode utilizar. Quanto mais você tiver em mãos, mais confiante, criativo e flexível você ficará durante a reunião. Meus favoritos são:
- In-out listening: Deixa sua mente vagar para dentro e para fora quanto o problema vai sendo definido, e você escreve qualquer coisa que vir à sua cabeça – mesmo se for algo bobo. Use tais palavras para desencadear associações, faça conexões e transforme-as em possíveis soluções.
- Esvaziamento cerebral: Todo mundo tem algo em mente – seja um preconceito, uma ideia ou um compromisso. Tire isso deles antes de começar e, assim, poderá seguir adiante.
- Modelo dos Seis Chapéus do Edward De Bono: Um sistema que encoraja as pessoas a fazer um tipo de coisa por vez: seja racional, emocional, julgamental, positivista, etc. Cada um representa um diferente modelo e sinaliza ao grupo que foquem nessa área e evitem confusão.
- Excursões: Existem inúmeras opções, mas uma fácil é fazer com que as pessoas finjam ser algum tipo de animal, descrevam como é sua vida e sugiram como aquele animal ou suas características poderiam ajudar a resolver o problema.
- Colagens ou recortes de fotos: Faça com que as pessoas pensem visualmente em termos de imagens e associações, ao invés de apenas utilizar palavras.
- Leve o físico em consideração: Não importa se é um exercício coletivo ou atuando, é importante fazer com que as pessoas se mexam. Isso as deixa acordadas e estimula os lados direito e esquerdo do cérebro simultaneamente.
7. Não se esqueça de construir. Raramente uma ideia já vem totalmente formada. Portanto, deixe as outras pessoas a levem adiante e veja quando seguir adiante.
8. Pratique a escrita legível. Ou então deixe alguém para anotar e acompanhar tudo. Se você não conseguir ler o que escreveu nos seus flipcharts e nem lembrar o que foi dito, desperdiçou o tempo de todo mundo.
9. Divirta-se. A risada é um grande desinibidor e torna o ambiente propício à criatividade.
10. Leia alguns livros para se iniciar no assunto:
- ?What If!:How to start a Creative Revolution at Work - Dave Allan, Matt Kingdon, Kris Murrin e Daz Rudkin.
- The Innovators Handbook - Vincent Nolan
- Six Thinking Hats - Edward De Bono"
http://www.chmkt.com.br/2009/07/10-dicas-para-gerar-grandes-ideias.html
Reproduzo aqui na íntegra.
"A ex-diretora de planejamento da JWT London e da Chiat Day New York, a Merry Baskin – atualmente na Baskin Shark, da qual é fundadora – tem um texto muito interessante no site do The Account Planning Group do Reino Unido com dicas excelentes para conduzir reuniões de Brainstorming.
Segundo ela, 9 em cada 10 pessoas nas empresas concordam que inovação e criatividade são vitais para o crescimento, mas o problema é que 9 em cada 10 pessoas que admitem isso não sabem como colocar esses conceitos em prática. Uma maneira fácil de fazer isso – muito utilizada nas agências – é a “tempestade de idéias”.
No entanto, as reuniões de Brainstorming devem ser mais desejadas e acessíveis no dia-a-dia dos escritórios. A grande ironia, diz ela, é que não basta chamar algumas pessoas para uma sala com um flipchart e começar a dizer o que quiser – se você quiser um output bom, é claro.
De acordo com Baskin, as sessões de Brainstorming precisam ser facilitadas, com a criação de um ambiente que conduz ao pensamento criativo, à tomada de risco, à experimentação e que deixe a mente correr solta. Para isso, ela dá algumas dicas excelentes.
1 – Prepare-se: Mesmo que seja um encontro de 1 hora durante o horário de almoço. O tempo gasto de antemão será recompensado pelo rumo que a reunião tomará.
Portanto, pense nos seguintes pontos.
2 – Defina o problema com cuidado, clareza e objetividade. Assegure-se de que tem o problema “certo”. Nunca use o Brainstorming para estabelecer uma disputa. Se possível, encontre um “dono” do problema, deixando você com a função de facilitar o direcionamento à solução.
3 – Pense muito bem na seleção das pessoas. Evite pessoas que não ajudem, que sejam céticas, hierárquicas e tipos que podem acabar com o bom humor do encontro.
4 – Tenha uma “programação”. Não se esqueça de incluir intervalos, que são cruciais, pois tornam as sessões mais estimulantes e ditam a mudança. Uma ideia é mandar o pessoal para uma breve caminhada, de preferência na rua, e dar uma tarefa totalmente desvinculada do escopo – com isso eles levarão seus cérebros para dar uma volta também. Geralmente, quando você para de pensar em algo, é quando a ideia aparece.
5 – Pense nos acompanhamentos. Alguns tipos de comida como espinafre e nozes, ricos em Omega 3, ajudam na memória e concentração. Cafeína e álcool antes ou depois podem deixar a sessão horrível.
6 – Escreva uma caixa de ideias. Há diversas técnicas e jogos que você pode utilizar. Quanto mais você tiver em mãos, mais confiante, criativo e flexível você ficará durante a reunião. Meus favoritos são:
- In-out listening: Deixa sua mente vagar para dentro e para fora quanto o problema vai sendo definido, e você escreve qualquer coisa que vir à sua cabeça – mesmo se for algo bobo. Use tais palavras para desencadear associações, faça conexões e transforme-as em possíveis soluções.
- Esvaziamento cerebral: Todo mundo tem algo em mente – seja um preconceito, uma ideia ou um compromisso. Tire isso deles antes de começar e, assim, poderá seguir adiante.
- Modelo dos Seis Chapéus do Edward De Bono: Um sistema que encoraja as pessoas a fazer um tipo de coisa por vez: seja racional, emocional, julgamental, positivista, etc. Cada um representa um diferente modelo e sinaliza ao grupo que foquem nessa área e evitem confusão.
- Excursões: Existem inúmeras opções, mas uma fácil é fazer com que as pessoas finjam ser algum tipo de animal, descrevam como é sua vida e sugiram como aquele animal ou suas características poderiam ajudar a resolver o problema.
- Colagens ou recortes de fotos: Faça com que as pessoas pensem visualmente em termos de imagens e associações, ao invés de apenas utilizar palavras.
- Leve o físico em consideração: Não importa se é um exercício coletivo ou atuando, é importante fazer com que as pessoas se mexam. Isso as deixa acordadas e estimula os lados direito e esquerdo do cérebro simultaneamente.
7. Não se esqueça de construir. Raramente uma ideia já vem totalmente formada. Portanto, deixe as outras pessoas a levem adiante e veja quando seguir adiante.
8. Pratique a escrita legível. Ou então deixe alguém para anotar e acompanhar tudo. Se você não conseguir ler o que escreveu nos seus flipcharts e nem lembrar o que foi dito, desperdiçou o tempo de todo mundo.
9. Divirta-se. A risada é um grande desinibidor e torna o ambiente propício à criatividade.
10. Leia alguns livros para se iniciar no assunto:
- ?What If!:How to start a Creative Revolution at Work - Dave Allan, Matt Kingdon, Kris Murrin e Daz Rudkin.
- The Innovators Handbook - Vincent Nolan
- Six Thinking Hats - Edward De Bono"
http://www.chmkt.com.br/2009/07/10-dicas-para-gerar-grandes-ideias.html
CRIATIVIDADE EM P&B - CHEMA MADOZ FOTÓGRAFO
Chema Madoz é um fotógrafo espanhol conhecido por suas idéias criativas. Veja esta sequencia de fotos - muito bacana!
http://www.chemamadoz.com/
http://www.chemamadoz.com/
segunda-feira, 12 de abril de 2010
30 ANOS - LUPA VÍDEO
A Lupa completa 30 anos em Juiz de Fora e para comemorar, Papaulo e toda a sua equipe criaram este vídeo 30 anos em um minuto. Ficou muito Bacana! Parabéns Papaulo e toda a sua equipe!
Clip Lupa 30 anos from Lupa Vídeo on Vimeo.
domingo, 11 de abril de 2010
PLACA DE LOJA VENDENDO ACADEMIA DE KARATÊ!
Uma academia de karatê de Toronto no Canadá inovou em sua placa de identificação. Uma placa que diz tudo. Muito Bacana, simples, direta e eficiente.
domingo, 28 de março de 2010
CLASSICO - NÃO FALTE AO TRABALHO
Demorei a encontrar esse vídeo, mas é muito bacana! Não falte ao trabalho, por mais insignificante que pareça, o que você faz é sempre importante.
terça-feira, 16 de março de 2010
A NOVA FORMAÇÃO DOS TRAPALHÕES
DIDI, DEDÉ, DODÔ E ZACARIAS.
Charge que saiu no Jornal tribuna de Minas dia 16/03/10. criação: cartunista Bello.
Charge que saiu no Jornal tribuna de Minas dia 16/03/10. criação: cartunista Bello.
ESSA AÇÃO DO BURGUER KING CRIADA PELA OGILVY - É FANTÁSTICA!
A agência Ogilvy acaba de divulgar esse video case (a versão estáem ingles) que tem como objetivo de mostrar que cada consumidor tem sua preferência e é único. O Sanduiche Whopper(carro chefe da rede) pode ser pedido de 1024 formas diferentes o que o torna um produto altamente customizado. Para mostrar tudo isso , foi criada a ação WhopperFace - Que consiste em fazer a foto do cliente no momento que ele realiza seu pedido. Imediatamente a foto do consumidor é impressa na embalagem do Sanduiche. O consumidor recebe seu sanduiche com a sua foto impressa . é só vendo a ação! Genial!
PS.: A ação foi realizada no Brasil!
PS.: A ação foi realizada no Brasil!
sábado, 6 de março de 2010
PUMA DESENVOLVEU SEU FORMULA 1 DE CAIXAS DE SAPATOS
Para Marcar sua entrada neste ano como fornecedora de produtos para a Formula 1. A marca resolver montar um carro de Formula 1 com suas caixas de sapato. Bacanaa Montagem das peças.
segunda-feira, 1 de março de 2010
DHL ENTREGA EM MÃOS SUAS ENCOMENDAS
Campanha em revista da DHL para mostrar a rapidez e a preocução com a entrega de suas encomendas, simples, direta, objetiva.
MÁGICA PARA LANÇAMENTO - CLASSE ECONÔMICA PREMIUM - KTM
A KTM resolveu inovar para lançar o novo serviço classe Econômica Premium. Montou um stand noa aeroporto de Amsterdã. A KTM contratou o Ramana, Mágico holandês conhecido no mundo por seus truques de levitação. A idéia era passar a sensação de conforto do novo produto mesmo sendo classe econômica. Bem Bacana!
BOVAP - BOLSA DE VALORES POLÍTICOS
Imagine se você pudesse ver a cotação do seu candidato escolhido na ultima eleição de acordo com o seu desempenho no exercício de suas funções.
Agora será possível, os políticos terão suas cotações de valores políticos realizadas baseadas nas ferramentas de mercado que norteiam as bolsas de valores de negócios - é o que promete o projeto experimental www.bovap.com.br, esta é uma iniciativa da Souza Barros Câmbio e Títulos S.A. (“Souza Barros”) é uma corretora independente com atuação nas áreas de câmbio, títulos e valores mobiliários.
Será uma bolsa bastante nervosa, com certeza.
Agora será possível, os políticos terão suas cotações de valores políticos realizadas baseadas nas ferramentas de mercado que norteiam as bolsas de valores de negócios - é o que promete o projeto experimental www.bovap.com.br, esta é uma iniciativa da Souza Barros Câmbio e Títulos S.A. (“Souza Barros”) é uma corretora independente com atuação nas áreas de câmbio, títulos e valores mobiliários.
Será uma bolsa bastante nervosa, com certeza.
BOVAP - Bolsa de Valores Políticos from BOVAP on Vimeo.
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
ISSO É O LIXO EM VOLTA DO NOSSO PLANETA!
vi essa foto no blog curiosando, que por sinal é show de bola.
foi uma materia publicada no info on line.
Essa foto foi divulgada pela U.S. Space Surveillance Network, rede de vigilância dos Estados Unidos, que contabiliza nada menos que 19 mil corpos maiores que 10 centímetros rastreados ao redor do nosso planeta.
NÃO VOU NEM COMENTAR!
Estamos agonizando!
foi uma materia publicada no info on line.
Essa foto foi divulgada pela U.S. Space Surveillance Network, rede de vigilância dos Estados Unidos, que contabiliza nada menos que 19 mil corpos maiores que 10 centímetros rastreados ao redor do nosso planeta.
NÃO VOU NEM COMENTAR!
Estamos agonizando!
08 motivos para você não abrir sua própria empresa!
No site - http://ogerente.com/empreendaja/2009/02/26/8-razoes-para-nao-empreender/ saiu este artigo muito interessante que reproduzo aqui na íntegra.
"O título deste artigo parece contraditório com os objetivos deste blog. Se tem algo que eu defendo e incentivo é o empreendedorismo para aqueles que sonham em ter seu próprio negócio. No entanto, a realidade é que empreender não é para todos. O sonho é um ótimo primeiro passo, mas nada mais do que isso.
Existem inúmeras características e dificuldades do empreendedorismo que devem ficar bastante claras para os que estão planejando seu negócio. Não se trata de jogar um balde de água, e sim de ajudar os candidatos a empreendedor a colocar o pé no chão e saberem em que universo estão entrando.
Dito isto, seguem algumas razões que você deve avaliar para não empreender:
1. Carga de Trabalho: não se iluda, trabalhar em seu próprio negócio é muito mais desgastante do que trabalhar em uma emprego tradicional. Em seu emprego, as horas podem ser pesadas, mas de uma forma ou outra você tem um horário de trabalho. O empreendedor acaba se envolvendo 24 horas por dia, 7 dias por semana, e a atenção ao negócio penetra em todos os aspectos de sua vida (inclusive pessoal e familiar). Esqueça o ritmo de 8 horas por dia, e esteja pronto para sacrificar tempo com sua família e amigos.
2. Incertezas: todos já ouvimos as estatísticas de que grande parte das pequenas empresas fecha nos primeiros 5 anos de vida. Claro que podemos filtrar aí muitas empresas de fachada ou aquelas que abriram sem nenhum planejamento. Ainda assim, você sairá do mundo em que alguém (seu chefe) lhe dá as coordenadas para seguir adiante, e cairá em uma realidade em que o amanhã é sempre incerto. Por mais que você se prepare, administrar um negócio novo está sempre cercado de dúvidas e incertezas. O medo é natural, mas ele deve ser enfrentado para que não afete seus objetivos.
3. Questões Gerenciais: A menos que você tenha sido um diretor geral de uma empresa antes de abrir seu negócio, provavelmente seu escopo de conhecimento é limitado a uma ou outra área. Você deve estar preparado para administrar TODOS os aspectos de um negócio, mesmo que terceirize ou tenha funcionários para isso. Isto inclui aquelas atividades que você não suporta, mas das quais não poderá fugir para não colocar sua empresa em risco. Tenha em mente também que terá que se aperfeiçoar em outras disciplinas para ter uma visão gerencial adequada.
4. Críticas e Pressões: Suas idéias serão criticadas, você poderá ser considerado maluco ou irresponsável por ter largado seu emprego, diversas pessoas dirão que a empresa não dará certo. Além disso, a toda hora você será questionado sobre o negócio (“e aí, já está ganhando dinheiro?”). Quem não consegue lidar com estas situações e manter a atitude positiva será afetado psicologicamente e isto impactará diretamente nos resultados do empreendimento.
5. Possibilidade de Fracasso: Saiba que a possibilidade de que seu negócio fracassar é real. As razões são inúmeras, e uma tentativa mal sucedida não quer dizer que “o sonho acabou”. Ainda assim, existem pessoas que não conseguem lidar com o fracasso, e menos ainda quando devem expor esta situação para familiares, amigos e ex-colegas.
6. Finanças do Negócio: Sim, é possível começar diversos negócios com investimentos mínimos. Não, não ache que só com boa vontade as coisas acabarão dando certo. Planejar o financiamento do negócio adequadamente é uma das atividades mais importantes antes de começar as atividades. Quem não está disposto a fazer esta tarefa, ou não consegue fechar números que mostrem a viabilidade do negócio sem que o dinheiro acabe em poucos meses, deve pensar com muito cuidado se este caminho é correto.
7. Finanças Pessoais: Este fator está ligado a vários pontos anteriores. Por mais que suas finanças pessoais sejam separadas das finanças do negócio, há um impacto direto entre uma e outra na atividade empreendedora. Muitos empreendedores usam seus próprios recursos como uma das fontes de financiamento da empresa. Além disso há o impacto da potencial queda de renda no curto prazo (por ter largado um emprego), ou da instabilidade de faturamento (por condições de mercado). Outro aspecto são os benefícios que você tinha em seu emprego… agora isso não existe mais, e tudo deve sair de seu bolso.
8. Seu Perfil: Empreender é se colocar nos holofotes, assumir riscos e se expor ao mercado. Nada de ficar em seu canto em uma empresa cuidado de sua vida, fazendo bem seu trabalho para se manter no emprego e crescer com o tempo. A importância da inteligência emocional é redobrada. Aqueles mais introvertidos, que não possuem facilidade no relacionamento com outros (especialmente desconhecidos), podem não sair do lugar.
E aí, desanimou? Caso esta lista de razões para não empreender realmente tenha causado um impacto em suas ambições, não jogue a toalha ainda. Use estes pontos como uma referência para saber aonde deve melhorar suas habilidades e planejar melhor o negócio antes de começar.
Se estes itens não o assustam, excelente! Mãos à obra e muito sucesso em seu empreendimento!
"O título deste artigo parece contraditório com os objetivos deste blog. Se tem algo que eu defendo e incentivo é o empreendedorismo para aqueles que sonham em ter seu próprio negócio. No entanto, a realidade é que empreender não é para todos. O sonho é um ótimo primeiro passo, mas nada mais do que isso.
Existem inúmeras características e dificuldades do empreendedorismo que devem ficar bastante claras para os que estão planejando seu negócio. Não se trata de jogar um balde de água, e sim de ajudar os candidatos a empreendedor a colocar o pé no chão e saberem em que universo estão entrando.
Dito isto, seguem algumas razões que você deve avaliar para não empreender:
1. Carga de Trabalho: não se iluda, trabalhar em seu próprio negócio é muito mais desgastante do que trabalhar em uma emprego tradicional. Em seu emprego, as horas podem ser pesadas, mas de uma forma ou outra você tem um horário de trabalho. O empreendedor acaba se envolvendo 24 horas por dia, 7 dias por semana, e a atenção ao negócio penetra em todos os aspectos de sua vida (inclusive pessoal e familiar). Esqueça o ritmo de 8 horas por dia, e esteja pronto para sacrificar tempo com sua família e amigos.
2. Incertezas: todos já ouvimos as estatísticas de que grande parte das pequenas empresas fecha nos primeiros 5 anos de vida. Claro que podemos filtrar aí muitas empresas de fachada ou aquelas que abriram sem nenhum planejamento. Ainda assim, você sairá do mundo em que alguém (seu chefe) lhe dá as coordenadas para seguir adiante, e cairá em uma realidade em que o amanhã é sempre incerto. Por mais que você se prepare, administrar um negócio novo está sempre cercado de dúvidas e incertezas. O medo é natural, mas ele deve ser enfrentado para que não afete seus objetivos.
3. Questões Gerenciais: A menos que você tenha sido um diretor geral de uma empresa antes de abrir seu negócio, provavelmente seu escopo de conhecimento é limitado a uma ou outra área. Você deve estar preparado para administrar TODOS os aspectos de um negócio, mesmo que terceirize ou tenha funcionários para isso. Isto inclui aquelas atividades que você não suporta, mas das quais não poderá fugir para não colocar sua empresa em risco. Tenha em mente também que terá que se aperfeiçoar em outras disciplinas para ter uma visão gerencial adequada.
4. Críticas e Pressões: Suas idéias serão criticadas, você poderá ser considerado maluco ou irresponsável por ter largado seu emprego, diversas pessoas dirão que a empresa não dará certo. Além disso, a toda hora você será questionado sobre o negócio (“e aí, já está ganhando dinheiro?”). Quem não consegue lidar com estas situações e manter a atitude positiva será afetado psicologicamente e isto impactará diretamente nos resultados do empreendimento.
5. Possibilidade de Fracasso: Saiba que a possibilidade de que seu negócio fracassar é real. As razões são inúmeras, e uma tentativa mal sucedida não quer dizer que “o sonho acabou”. Ainda assim, existem pessoas que não conseguem lidar com o fracasso, e menos ainda quando devem expor esta situação para familiares, amigos e ex-colegas.
6. Finanças do Negócio: Sim, é possível começar diversos negócios com investimentos mínimos. Não, não ache que só com boa vontade as coisas acabarão dando certo. Planejar o financiamento do negócio adequadamente é uma das atividades mais importantes antes de começar as atividades. Quem não está disposto a fazer esta tarefa, ou não consegue fechar números que mostrem a viabilidade do negócio sem que o dinheiro acabe em poucos meses, deve pensar com muito cuidado se este caminho é correto.
7. Finanças Pessoais: Este fator está ligado a vários pontos anteriores. Por mais que suas finanças pessoais sejam separadas das finanças do negócio, há um impacto direto entre uma e outra na atividade empreendedora. Muitos empreendedores usam seus próprios recursos como uma das fontes de financiamento da empresa. Além disso há o impacto da potencial queda de renda no curto prazo (por ter largado um emprego), ou da instabilidade de faturamento (por condições de mercado). Outro aspecto são os benefícios que você tinha em seu emprego… agora isso não existe mais, e tudo deve sair de seu bolso.
8. Seu Perfil: Empreender é se colocar nos holofotes, assumir riscos e se expor ao mercado. Nada de ficar em seu canto em uma empresa cuidado de sua vida, fazendo bem seu trabalho para se manter no emprego e crescer com o tempo. A importância da inteligência emocional é redobrada. Aqueles mais introvertidos, que não possuem facilidade no relacionamento com outros (especialmente desconhecidos), podem não sair do lugar.
E aí, desanimou? Caso esta lista de razões para não empreender realmente tenha causado um impacto em suas ambições, não jogue a toalha ainda. Use estes pontos como uma referência para saber aonde deve melhorar suas habilidades e planejar melhor o negócio antes de começar.
Se estes itens não o assustam, excelente! Mãos à obra e muito sucesso em seu empreendimento!
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
As 6 perguntas que toda agência deveria fazer antes de prospectar um cliente
Estou republicando este artigo que saiu no site chmkt.com.br do Carlos Henrique Vilela - Publicitário, especialista em Gestão de Marketing pela FDC. Palestrante e Planner na Tom Comunicação, em Belo Horizonte, MG.
"Há alguns dias, o Edward Boches, CEO da Agência Mullen, de Boston, escreveu um post bem interessante com 5 perguntas que um diretor de marketing deveria fazer quando prospecta uma nova agência. A repercussão foi grande, e o texto acabou até no Blue Bus. As 5 questões – que acredito que a maioria já tenha visto - foram:
1 - Qual o futuro da propaganda?
2 - O que você está fazendo para assegurar sua sobrevivência?
3 - Qual o seu critério para contratar pessoas?
4 - Qual é a sua definição de um time criativo?
5 - Quais as 5 idéias criativas recentes que não são anúncios?
A ideia dele foi ampliar o horizonte das empresas que, em busca de uma agência, levam em consideração apenas pontos como números, currículo dos gestores, lista de clientes, premiações, capacidade de atendimento, abordagem estratégica e exemplos do trabalho. Ele destacou que não dá pra contratar uma agência pelo seu passado, mas sim pelo seu futuro que - embora seja, em parte, formado por conquistas passadas – será formado pela visão da agência e pela sua vontade e preparação em abraçar o que está por vir.
Uma agência preparada para o futuro, segundo Boches, deve ter um ótimo ponto de vista sobre mídias sociais, tecnologia e sobre as mudanças - da comunicação e do consumidor. Além disso, o formato tradicional não atende mais. É preciso ser mais digital, mais interativa, possuir grandes talentos, ter conhecimento em novas formas de comunicação e possuir uma expertise mais ampla, como a capacidade de inventar novos produtos para clientes, desenvolver comunidade, construir plataformas e interfaces, etc.
Um dos comentários no blog do Boches, no entanto, sugeriu que deveria também existir uma lista de perguntas que as agências tem que fazer antes de prospectar um cliente ou participar de uma concorrência. E foi exatamente isso que o pessoal da Wieden + Kennedy fez. Vamos lá:
1. Quem são os decisores na concorrência e no trabalho que será feito pela agência?
Segundo eles, isso é sempre uma preocupação quando há uma concorrência. Há diversos stakeholders que a agência só conhece na apresentação final, como o CEO que só aparece na última reunião e acaba contradizendo toda a direção que foi passada à agência, por exemplo. Portanto, vale a pena dedicar um tempo para avaliar quem são essas pessoas. Além disso, é necessário saber quem e quantas são as pessoas que aprovarão o trabalho agência. Segundo eles, quanto mais gente pra aprovar, menor a qualidade do trabalho, e mais cara será a gestão disso tudo. Processos longos e complexos de aprovação são de dar medo em qualquer agência, destacam.
2. Quais são os critérios para julgar o sucesso do trabalho da agência?
Muitas vezes, esses critérios não são tão claros, e podem levar a uma desconexão entre agência e cliente, ou em uma agência que sente que seu trabalho não está tratando dos problemas reais pelos quais o cliente está passando. Isso vale tanto para concorrências quanto para o trabalho do dia-a-dia. Vale a pena questionar, segundo o pessoal da W+K, quais são, especificamente, esses critérios. Se essa informação não for compartilhada, certamente não haverá consistência no que for feito, e o trabalho sairá tremendamente prejudicado.
3. A empresa é ousada e faz coisas extraordinárias, ou prefere o tradicional e evita o risco de errar?
Para ilustrar essa questão, eles citam um trecho de um texto do Phil Rumbol, da Cadbury, em uma edição recente da revista Campaign:
‘Enquanto o mundo do marketing foge das técnicas testadas dos últimos 40 anos, os profissionais da área precisam agarrar a oportunidade para conquistar vantagem competitiva ao serem corajosos e mais ambiciosos em tudo o que fazem. Em um mundo corporativo que busca ‘o certo’, há um número excessivo e profissionais que buscam conseguir 10 sucessos em 10 iniciativas evitando qualquer tipo de risco. Em contrapartida, os melhores profissionais do futuro buscarão um sucesso extraordinário em tudo que fazem, mas terão uma grande oportunidade de aprendizado nos seus erros – que como sabemos, vão ocorrer. Eles precisam se envolver com o novo e aprender fazendo.'
4. O que fez você convidar a agência para essa concorrência?
Segundo o pessoal da W+K, parece uma questão burra, mas que pode ser muito reveladora. Se a resposta demonstrar uma grau elevado de conhecimento da agência e das suas forças, é sinal de que o cliente está realmente interessado no que você faz. Se o cliente achar difícil responder, ou não foi ideia daquela pessoa colocar sua agência no processo (o que mostra que outra pessoa é o real decisor e você deveria estar falando com ela) ou eles não dão valor suficiente para o processo, o que é muito preocupante. A resposta também pode ser que um conhecido recomendou a agência e, aí, você deveria conversar com essa pessoa que indicou pra saber o que foi dito.
5. Quantas são as agências no processo e quem são elas?
Uma lista longa, ou esquisita, ou que inclui a agência do cunhado do cliente, pode ser sinal de que não vale a pena.
6. A empresa vai remunerar as agências que participarão da concorrência?
É uma pergunta que não vai doer, comentam. Vale a pena mostrar que seu trabalho tem valor. A resposta, segundo o pessoal da W+K, pode, mais uma vez, ser reveladora."
"Há alguns dias, o Edward Boches, CEO da Agência Mullen, de Boston, escreveu um post bem interessante com 5 perguntas que um diretor de marketing deveria fazer quando prospecta uma nova agência. A repercussão foi grande, e o texto acabou até no Blue Bus. As 5 questões – que acredito que a maioria já tenha visto - foram:
1 - Qual o futuro da propaganda?
2 - O que você está fazendo para assegurar sua sobrevivência?
3 - Qual o seu critério para contratar pessoas?
4 - Qual é a sua definição de um time criativo?
5 - Quais as 5 idéias criativas recentes que não são anúncios?
A ideia dele foi ampliar o horizonte das empresas que, em busca de uma agência, levam em consideração apenas pontos como números, currículo dos gestores, lista de clientes, premiações, capacidade de atendimento, abordagem estratégica e exemplos do trabalho. Ele destacou que não dá pra contratar uma agência pelo seu passado, mas sim pelo seu futuro que - embora seja, em parte, formado por conquistas passadas – será formado pela visão da agência e pela sua vontade e preparação em abraçar o que está por vir.
Uma agência preparada para o futuro, segundo Boches, deve ter um ótimo ponto de vista sobre mídias sociais, tecnologia e sobre as mudanças - da comunicação e do consumidor. Além disso, o formato tradicional não atende mais. É preciso ser mais digital, mais interativa, possuir grandes talentos, ter conhecimento em novas formas de comunicação e possuir uma expertise mais ampla, como a capacidade de inventar novos produtos para clientes, desenvolver comunidade, construir plataformas e interfaces, etc.
Um dos comentários no blog do Boches, no entanto, sugeriu que deveria também existir uma lista de perguntas que as agências tem que fazer antes de prospectar um cliente ou participar de uma concorrência. E foi exatamente isso que o pessoal da Wieden + Kennedy fez. Vamos lá:
1. Quem são os decisores na concorrência e no trabalho que será feito pela agência?
Segundo eles, isso é sempre uma preocupação quando há uma concorrência. Há diversos stakeholders que a agência só conhece na apresentação final, como o CEO que só aparece na última reunião e acaba contradizendo toda a direção que foi passada à agência, por exemplo. Portanto, vale a pena dedicar um tempo para avaliar quem são essas pessoas. Além disso, é necessário saber quem e quantas são as pessoas que aprovarão o trabalho agência. Segundo eles, quanto mais gente pra aprovar, menor a qualidade do trabalho, e mais cara será a gestão disso tudo. Processos longos e complexos de aprovação são de dar medo em qualquer agência, destacam.
2. Quais são os critérios para julgar o sucesso do trabalho da agência?
Muitas vezes, esses critérios não são tão claros, e podem levar a uma desconexão entre agência e cliente, ou em uma agência que sente que seu trabalho não está tratando dos problemas reais pelos quais o cliente está passando. Isso vale tanto para concorrências quanto para o trabalho do dia-a-dia. Vale a pena questionar, segundo o pessoal da W+K, quais são, especificamente, esses critérios. Se essa informação não for compartilhada, certamente não haverá consistência no que for feito, e o trabalho sairá tremendamente prejudicado.
3. A empresa é ousada e faz coisas extraordinárias, ou prefere o tradicional e evita o risco de errar?
Para ilustrar essa questão, eles citam um trecho de um texto do Phil Rumbol, da Cadbury, em uma edição recente da revista Campaign:
‘Enquanto o mundo do marketing foge das técnicas testadas dos últimos 40 anos, os profissionais da área precisam agarrar a oportunidade para conquistar vantagem competitiva ao serem corajosos e mais ambiciosos em tudo o que fazem. Em um mundo corporativo que busca ‘o certo’, há um número excessivo e profissionais que buscam conseguir 10 sucessos em 10 iniciativas evitando qualquer tipo de risco. Em contrapartida, os melhores profissionais do futuro buscarão um sucesso extraordinário em tudo que fazem, mas terão uma grande oportunidade de aprendizado nos seus erros – que como sabemos, vão ocorrer. Eles precisam se envolver com o novo e aprender fazendo.'
4. O que fez você convidar a agência para essa concorrência?
Segundo o pessoal da W+K, parece uma questão burra, mas que pode ser muito reveladora. Se a resposta demonstrar uma grau elevado de conhecimento da agência e das suas forças, é sinal de que o cliente está realmente interessado no que você faz. Se o cliente achar difícil responder, ou não foi ideia daquela pessoa colocar sua agência no processo (o que mostra que outra pessoa é o real decisor e você deveria estar falando com ela) ou eles não dão valor suficiente para o processo, o que é muito preocupante. A resposta também pode ser que um conhecido recomendou a agência e, aí, você deveria conversar com essa pessoa que indicou pra saber o que foi dito.
5. Quantas são as agências no processo e quem são elas?
Uma lista longa, ou esquisita, ou que inclui a agência do cunhado do cliente, pode ser sinal de que não vale a pena.
6. A empresa vai remunerar as agências que participarão da concorrência?
É uma pergunta que não vai doer, comentam. Vale a pena mostrar que seu trabalho tem valor. A resposta, segundo o pessoal da W+K, pode, mais uma vez, ser reveladora."
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SUA PORTA É A SUA CARA - Ação em Israel de um fabricante de portas.
Sua porta de entrada deve ser como você."Está é a mensagem transmitida pelo rabino Bariach, fabricante de porta em Israel. Para atingir diretamente o seu alvo produziu dezenas de milhares de panfletos que foram pendurados no maçanetas de casas de todo o país. Com o gancho simples "sua porta é a sua cara", o rabino Bariach baseou-se na simplicidade e humor de seus visuais para reforçar a visibilidade de sua marca. A única coisa que me intriga é que a mensagem está em inglês e não em Hebraico.
Para ficar forte basta tomar leite!
Essa foi uma ação realizada na tailândia.Foram colados adesivos em portas giratórias com a mensagem, Tomando leite você é mais forte Tomando leite você é mais forte.
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